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Servidor público é acusado de bater e estrangular ex-companheira

Tânia Rego/AB

Mulher identificada pelas iniciais F.F. S., 23, acusou seu ex-marido, o assessor parlamentar P.R.T., 36, de agressão física e verbalmente, vindo até a estrangula-la na noite desta quarta-feira (06) num condomíno residencial, no bairro Bom Clima, aqui na Capital.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima relatou que por conta de diversas brigas que vinham acontecendo resolveu se separar de P.R.T. Ela foi até o apartamento na noite de quarta-feira para pegar os seus pertences e foi aí que a discussão começou.

A mulher disse à polícia que o acusado ao ver que ela estava colocando roupas e outras coisas em algumas sacolas foi para cima dela e começou a desferir murros contra o seu rosto, cabeça e em seguida a estrangulou.

Na sequência, o homem teria se dirigido para a sacada do edifício onde o casal mora e começado a gritar pela janela que estaria sendo agredido por ela. A jovem relatou também que o suspeito disse que ninguém iria acreditar nela e que sua ex-mulher, uma promotora, iria o ajudar.

Segundo a mulher, o suspeito fez isso porque disse que ela estaria indo embora, pois já estava com outra pessoa e, por este motivo, acabou a espancando.

A vítima disse que depois de ter sofrido a agressão, o acusado saiu em disparada do local com seu veículo, um Honda Fit de cor Preta.

A jovem acionou a polícia e com medo de ser agredida teria ido para um posto de gasolina no bairro esperar a presença dos PMs. No depoimento, ela contou que vinha sofrendo ameaças de morte por no mínimo 6 meses e que teria um vídeo em que o rapaz queima algumas roupas de sua filha.

Outro lado

 A reportagem entrou em contato com P.R.T.. Ele disse que as acusações feitas por F.F. S. não procedem e que ela não queria ir embora do apartamento, e por conta disso, acabou brigando com ele.

“Eu peguei meu telefone para ligar para a mãe dela e ela pegou e o jogou na parede. Eu chamei a síndica para ver a situação e nesse momento ela me agrediu, avançou em mim e me mordeu, depois disso ela saiu e chamou a polícia”, relatou.

O acusado disse que ele está com hematomas no corpo referentes à violência praticada por ela. Segundo ele, a ex estaria com o ‘orgulho ferido’ por ele não querer mais o relacionamento.

Referente às acusações de ameaça de morte e sobre um suposto vídeo em que ele queimou roupas de sua filha, o servidor público informou que são informações falsas e que ele está disposto a esclarecer sobre todos esses fatos.

“Nunca tive nenhum boletim de ocorrência contra mim, nem com acidente de trânsito. Já ela, tem várias queixas de outra pessoa com a qual ela se relacionou. Tenho conversas no Whatsapp de que provam inverdades que ela falou”, finalizou.

O caso passa a ser investigado pela Polícia Judiciária Civil (PJC).

Fonte: Gazeta Digital

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