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Augusto Aras participa hoje de reunião com líderes do Senado

Roberto Jayme/TSE

O subprocurador da República Augusto Aras, indicado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, à vaga de procurador-geral da República, participa nesta terça-feira (10) da reunião do colégio de líderes do Senado, marcada para as 15h. O convite foi feito pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“Ele me disse que está com disposição de visitar todos os 81 senadores, e da mesma forma que eu tratei com outras as instituições, com os outros órgãos do governo, eu também quero dar esse prestígio à Procuradoria-Geral da República na figura do indicado do presidente”, disse Davi Alcolumbre, que terá um encontro reservado com Aras antes da reunião de líderes.

O presidente do Senado lembrou que nos últimos meses têm feito encontros entre os líderes da Casa e autoridades. Na lista dos que já participaram, estão os ministros da Cidadania, Osmar Terra; da Casa Civil, Onyx Lorenzonni, e da Economia, Paulo Guedes.

Alcolumbre disse que a receptividade dos senadores sobre a presença dele na reunião de hoje foi boa e que o subprocurador está fazendo o que todo candidato deve fazer, que é pedir votos.

Fora da tradicional lista tríplice, feita por integrantes do próprio Ministério Público, desde ontem (9) Aras começou a ser visto pelos corredores do Senado e em gabinetes de parlamentares.

A expectativa é de que a indicação de Augusto Aras chegue ainda hoje (10) ao Senado. Assim que chegar, o documento é lido em uma sessão plenária da Casa e enviado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O presidente do colegiado, em seguida, designa um relator, que vai elaborar um parecer sobre a constitucionalidade da indicação. Assim que esse relatório for concluído, será lido em reunião da comissão. A partir daí é dado prazo de vista coletiva por uma semana e o indicado é sabatinado na comissão. No mesmo dia da sabatina, se houver pedido de urgência, o nome do subprocurador já deverá ser votado no plenário da Casa, onde precisará do apoio de 41 senadores. Tanto na CCJ, como no plenário, a votação é secreta.

Fonte: Gazeta Digital

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